Quando a Coerência Obriga: O Dia em que Tive de Defender Júlia Zanatta

Há, na taxonomia dos desgostos políticos, aqueles ligeiros, quase perdoáveis — e há Júlia Zanatta. A deputada ocupa, em meu panteão de aversões, um nicho privilegiado: não pela vulgaridade das ideias (essa é moeda corrente em Brasília), mas pela consistência com que vocaliza aquilo que considero filosoficamente repugnante. Não é antipatia: é incompatibilidade de cosmovisão. … Ler mais